Guiné: Dez1966 a Mai1968
Alferes Pára-Quedista
Companhia de Materiais e
Infraestruturas
Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas 12 «UNIDADE E
LUTA»
Zona Aérea de Cabo Verde e
Guiné «ESFORÇO E VALOR»
Organização administrativa do
Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas 12 «UNIDADE E
LUTA»
Zona Aérea de Cabo Verde e
Guiné «ESFORÇO E VALOR»
Angola: Abr1969 a Jan1970
Comandante do 3.º Pelotão da
1.ª Companhia de Caçadores
Pára-Quedistas «IRMÃOS DE MARTE»
Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas 21 «GENTE OUSADA
MAIS QUE QUANTAS»
Comando da Região Aérea
«FIDELIDADE E GRANDEZA»
Angola: Jan1970 a Abr1973
1.ª Companhia de Caçadores
Pára-Quedistas «IRMÃOS DE MARTE»
Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas 21«GENTE OUSADA
MAIS QUE QUANTAS»
Comando da Região Aérea 2
«FIDELIDADE E GRANDEZA»
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que se
seguem:
Ordem Militar da Torre e
Espada, do Valor, Lealdade e
Mérito Colectiva
Corpo de
Tropas Paraquedistas
Medalha de Ouro de Valor
Militar com palma Colectiva
Batalhão
de Caçadores Pára-Quedistas
21
Medalha da Cruz de Guerra de 1.ª
classe Colectiva
Batalhão
de Caçadores Pára-Quedistas 12
Medalha da Cruz de Guerra de
2.ª classe
Medalha de Mérito Militar de
2.ª classe
Medalha de Mérito Militar de
4.ª classe
Medalha de Ouro de
Comportamento Exemplar
Medalha de Prata de
Comportamento Exemplar
Medalha de Cobre de
Comportamento Exemplar
Prémio Heróis de Portugal
Medalha Comemorativa das
Campanhas e Comissões de
Serviços Especiais com a legenda
“Guiné 1966 – 68
Medalha Comemorativa das
Campanhas e Comissões de
Serviços Especiais com a legenda
“Angola 1969 – 73”

Brevíssima resenha castrense
Luís António Martinho
Grão, Coronel do Serviço Geral
Pára-Quedista, nascido no dia 22
de Outubro de 1936, na freguesia
de
Nossa
Senhora da Vila, concelho de
Montemor-o-Novo;
Em 1957, ingressou
voluntariamente nas tropas
pára-quedistas e colocado no
Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas (BCP – Tancos)
«QUE NUNCA POR VENCIDOS SE
CONHEÇAM», pelo que lhe foi
atribuído o número de
identificação militar 122/57;
Em 09 de Setembro de 1957,
promovido a Furriel;
Em 11 de Novembro de 1958, sendo
Furriel, no Batalhão de
Caçadores Pára-Quedistas (BCP -
Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS
SE CONHEÇAM» concluiu com
aproveitamentoo
5.º Curso de Para-Quedismo
Militar sendo-lhe atribuído o brevet n.º
364;

Em
1961, como 2.º Sargento
Pára-Quedista, agraciado com a
Medalha de Cobre de
Comportamento Exemplar,
publicado
na Ordem de Serviço n.º 182 do
Regimento de Caçadores
Pára-Quedistas (RCP - Tancos)
«QUE NUNCA POR VENCIDOS SE
CONHEÇAM», de 26 de Julho
de 1961;
Em 1964, pela Portaria de 28 de
Agosto de 1964 e como 1.º
Sargento Pára-Quedista,
agraciado com a Medalha de
Mérito Militar de 4.ª classe;
Em 01 de Novembro de 1966,
promovido a Alferes
Pára-quedista e ingressa nos
quadros do Serviço Geral
Pára-Quedista;
Em Dezembro de 1966, mobilizado
pelo
Regimento
de Caçadores
Pára-Quedistas
(RCP – Tancos) «QUE NUNCA POR
VENCIDOS SE CONHEÇAM» para
servir Portugal na Província
Ultramarina da Guiné, integrado
na Companhia de Materiais e
Infraestruturas (CMI) do
Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas 12
(BCP12)
«UNIDADE E LUTA» da Zona
Aérea
de Cabo Verde e Guiné (ZACVG)
«ESFORÇO E VALOR»;
Durante a sua comissão de
serviço da Guiné, escolhido pelo
Tenente-Coronel Sigfredo Ventura
da Costa Campos,
comandante do Batalhão de
Caçadores Pára-Quedistas 12
(BCP12) «UNIDADE E LUTA», para
integrar a organização
administrativa daquele batalhão
(Antes
de partir para a Guiné, o TCor
Costa Campos fez questão de
convencer o Alferes Grão a ir
com ele para a Guiné, pois o
Alferes Grão estava nomeado para
Angola);
Agraciado
com a Medalha da Cruz de Guerra
de 1.ª classe Colectiva -
Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas 12 (BCP12)
«UNIDADE E LUTA» da Zona Aérea
de Cabo Verde e Guiné (ZACVG)
«ESFORÇO E VALOR»,
pelo Decreto n.º 48328,
publicado no Diário do Governo
n.º 86/1968 - Série I, de 10 de
Abril de
1968,
publicado na Ordem de Serviço
n.º 106 do Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas 12 (BCP12)
«UNIDADE E LUTA», de 03 de Maio
de 1968;
Em Maio de 1968, regressa à
Metrópole e ao Regimento de
Caçadores Pára-Quedistas (RCP -
Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS
SE CONHEÇAM»;
Agraciado
com a Medalha Comemorativa das
Campanhas e Comissões de
Serviços Especiais com a legenda
“Guiné 1966 – 68”,
publicado
na Ordem de Serviço n.º 123 do
Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas 12 (BCP12)
«UNIDADE E LUTA», de 23 de Maio
de 1968;
Em Abril de 1969, mobilizado
pelo Regimento de Caçadores
Pára-Quedistas (RCP – Tancos)
«QUE NUNCA POR VENCIDOS SE
CONHEÇAM» para servir Portugal
na Província Ultramarina de
Angola, onde comanda o 3.º
Pelotão
da 1.ª Companhia de Caçadores
Pára-Quedistas (1ªCCP) «IRMÃOS
DE MARTE» do Batalhão de
Caçadores
Pára-Quedistas 21 (BCP21) «GENTE
OUSADA MAIS QUE QUANTAS» do
Comando da Região Aérea n.º 2
(COMRA2) «FIDELIDADE E GRANDEZA»
até Janeiro de 1970, no entanto,
manteve-se ao serviço daquela
companhia até Abril de 1973
Agraciado com a Medalha da Cruz
de Guerra de 2.ª classe,
publicado na Ordem à Aeronáutica
n.º 32 – 2.ª série, de 1972 no
Diário de Governo n.º 262 – 2.ª
série, de 10 de Novembro de
1972:
Capitão
Serviço Geral Pára-quedista
LUÍS ANTÓNIO MARTINHO GRÃO
Medalha da Cruz de Guerra de 2.ª
Classe
Diário do Governo n.º 262, 2.ª
Série de 10 de Novembro de 1972
Por despacho de 22 de Setembro
de 1972, o General
Comandante-Chefe louva:
O
Capitão SG Para LUIS ANTÓNIO
MARTINHO GRÃO, do BCP21, pelas
excelentes qualidades de
coragem, decisão, agressividade,
sangue-frio e elevada noção do
dever militar reveladas no
Teatro de Operações de Angola.
Tendo por missão perseguir um
numeroso e bem armado grupo
inimigo, no decorrer da operação
“NOVIDADE 21/H”, desenvolveu
ingente e profícuo esforço para
alcançar, o que que conseguiu,
realizando, em seguida, uma
audaciosa manobra de
envolvimento. Face a forte
reação dos guerrilheiros, logrou
conduzir o seu grupo de combate
com inteligência e raro sentido
táctico, indiferente ao perigo
iminente que ficou sujeito ao
ser alvejado pelo fogo adverso,
quando, numa manifestação de
invulgar estoicismo e serena
energia debaixo de fogo, se
lançou na perseguição dum
guerrilheiro armado, que acabou
por ser abatido. O exemplo do
seu gesto galvanizou todos os
homens sob o seu comando que o
seguiram sem vacilar, levando de
vencida o inimigo que foi
totalmente desbaratado e a quem
infligiram baixas, fizeram
prisioneiros e capturaram
elevada quantidade de armamento.
Oficial dotado de caráter firme
e muito sóbrio, o Capitão GRÃO
enfileira, com a sua valorosa
acção, entre os que melhor
servem e muito honram as Tropas
Pára-Quedistas e a Força Aérea
Portuguesa.
Em
Abril de 1973, regressa à
Metrópole e ao Regimento de
Caçadores Pára-Quedistas (RCP -
Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS
SE CONHEÇAM»;
Agraciado
com a Medalha de Prata de
Comportamento Exemplar,
publicado na Ordem de Serviço
n.º 126, do Batalhão de
Caçadores Pára-Quedistas 21
(BCP21) «GENTE OUSADA MAIS QUE
QUANTAS», de 29 de Maio de 1973;
Agraciado com a Medalha
Comemorativa das Campanhas e
Comissões de Serviços Especiais
com a legenda “Angola 1969 –
73”, publicado na Ordem de
Serviço n.º 138 do
Batalhão
de Caçadores Pára-Quedistas 21
(BCP21) ««GENTE
OUSADA
MAIS QUE QUANTAS», de 12 de
Junho de 1973;
Agraciado
com a Medalha de Ouro de Valor
Militar com palma Colectiva -
Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas 21 (BCP21) «GENTE
OUSADA MAIS QUE QUANTAS»
do Comando da Região Aérea n.º 2
(ComRA2) «FIDELIDADE E
GRANDEZA»; pelo Decreto n.º
48328, publicado no Diário do
Governo n.º 43, 2.ª série, de 20
de Fevereiro de 1973;
Em Junho de 1973, agraciado com
o Prémio Heróis de
Portugal;

Agraciado
com a Medalha de Mérito Militar
de 2.ª classe, pela Portaria de
18 de Maio de 1983;
Membro
Honorário da Ordem Militar da
Torre e Espada, do Valor,
Lealdade e Mérito Colectiva –
Corpo de Tropas Paraquedistas
«HONRA-SE A PÁTRIA DE TAL GENTE»,
publicado
no Diário da República n.º 62 –
2.ª série, de 15 de Março de
1985;

Agraciado com a Medalha de Ouro
de Comportamento Exemplar, por
despacho
do
Chefe do Estado-Maior General
das Forças Armadas, de 26 de
Maio de 1987;
Como Oficial do Serviço Geral
Pára-Quedista fez carreira nas
Tropas Pára-Quedistas até ao ano
de 1992, altura em que passou à
situação de reserva.
Nota:
O
Coronel Luís António
Martinho Grão, é juntamente com
o Coronel Carlos Ferreira de
Morais, os únicos oficiais da
extinta especialidade SG/PQ a
chegarem ao posto de Coronel.
