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HONRA E GLÓRIA |
Elementos e imagens cedidas pelo PQ
Pedro Castanheira
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José Luís da Costa e Sousa
Major
Pára-Quedista

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segue:
Angola:
18Fev1970 a 14Abr1973
Comandante do 1.º Pelotão da
3.ª Companhia de Caçadores
Pára-Quedistas
Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas 21 «GENTE OUSADA
MAIS QUE QUANTAS»
Comando da Região Aérea n.º 2
«FIDELIDADE E GRANDEZA»
Moçambique: 15Mar a 01Dez1974
Comandante da
1.ª Companhia de Caçadores
Pára-Quedistas «VINCERE EST
VELLE»
Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas 31 «HONRA-SE A
PÁTRIA DE TAL GENTE»
Comando
da Região Aérea n.º 3 «LEALDADE
E CONFIANÇA»
Angola:
01Jun a 10Nov1975
Comandante da
Segurança Militar do Palácio do
Governador de Angola
Medalha de Ouro de Valor Militar
com Palma Colectiva
Batalhão
de Caçadores Pára-Quedistas 21
Cruz de Guerra de 2.ª classe
Prémio Governador-Geral de
Angola
2 Louvores Individuais
3 Medalhas Comemorativas das
Campanhas e Comissões de
Serviços Especiais, com as
legendas “Angola 1970 – 73”,
“Moçambique 1974’ e “Angola
1975’

José
Luís da Costa e Sousa, Major
Pára-Quedista, nascido no dia 15
de Dezembro de 1947, na
freguesia e concelho de
Mangualde;

Em 01 de Outubro de 1965,
ingressou na Academia
Militar
(AM) «DULCE ET DECORUM EST PRO
PATRIA MORI»;
Em Agosto de 1969, no Regimento
de Caçadores Pára-Quedistas (RCP
- Tancos) «QUE NUNCA POR
VENCIDOS SE CONHEÇAM» concluiu o
54.º Curso de Paraquedismo
Militar, pelo que lhe foi
concedido o brevet n.º 7372;

Em 01
de Novembro de 1969, promovido a
Alferes Pára-Quedista;
Em
18 de Fevereiro de 1970,
mobiliado pelo Regimento de
Caçadores Pára-
Quedistas
(RCP - Tancos) «QUE NUNCA POR
VENCIDOS SE CONHEÇAM» para
servir Portugal na Província
Ultramarina de Angola, como
comandante do 1.º Pelotão da 3.ª
Companhia de Caçadores Pára-
Quedistas
do Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas 21 (BCP21) «GENTE
OUSADA MAIS QUE QUANTAS» do
Comando da Região Aérea n.º 2
(COMRA2) «FIDELIDADE E
GRANDEZA»;
Em 01 de Dezembro de 1970,
promovido a Tenente
Pára-Quedista;
Louvado e agraciado com a
Medalha da Cruz de Guerra de 2.ª
classe, pela Portaria de 06 de
Maio de 1971, publicado na Ordem
à Aeronáutica n.º 14 – 2.ª
série, de 20 de Maio de 1971 e
na Ordem de Serviço n.º 169 do
Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas 21 «GENTE OUSADA
MAIS QUE QUANTAS»:
Tenente
Pára-Quedista
José Luís da Costa e Sousa
Publicado na Ordem à Aeronáutica
n.º 14 – 2.ª série, de 20 de
Maio de 1971
Pela Portaria de 06 de Maio
de 1971:
Louvado pelo Secretário de
Estado da Aeronáutica, por
proposta do General Comandante
da 2.ª Região Aérea «porque
durante o período em que
comandou um grupo de combate,
demonstrou ser um brilhante
condutor de homens e um
combatente de rara estirpe,
dando sempre o melhor do seu
esforço e capacidade, em ordem à
integral cumprimento da missão
imposta, quaisquer que fossem os
riscos ou dificuldades de que
ela se revestisse.
Dotado de magnifica determinação
e contagiante entusiasmo, soube
incutir nos seus homens forte
motivação e espírito de corpo,
conseguindo um todo homogéneo,
exuberantemente agressivo e
possuidor de apurada técnica de
combate.
A actuação deste oficial, quer
no assalto a bases inimigas,
quer na reacção a emboscadas,
foi sempre digna de maior
realce.
De salientar a sua acção na
operação «Mangual» em que,
graças à flexibilidade, rapidez
e precisão que imprimiu ao
ataque, conseguiu envolver pelo
flanco um grupo inimigo,
provocando-lhe várias baixas e
desarticulando-o completamente.
Posteriormente, veio ainda a
distinguir-se num assalto a um
acampamento inimigo, onde, com
total desprezo pelo perigo e com
iminente risco de vida, correu a
peito descoberto sobre o inimigo
instalado, galvanizando os
homens que comandava que, sem
hesitação, o seguiram com ímpeto
irresistível.
Por tudo isto, o Tenente Costa
Sousa é credor de alta distinção
e digno de ser apontado como um
valioso exemplo de oficial que
muito honra as tropas
pára-quedistas que abnegadamente
serve. (OA n.º 14 – 2.ª série de
20 de Maio 1971)
CÓPIA DA CONDECORAÇÃO COM A
MEDALHA DE CRUZ DE GUERRA DE 2.ª
CLASSE, RESPEITANTE AO
TEN/PARAQ. JOSÉ LUES DA COSTA E
SOUSA
Condecorado com a Medalha de
Cruz de Guerra de 2.ª classe,
por ter sido considerado nas
condições expressas nos artigos
9.º e 10.º do Regulamento da
Medalha Militar, aprovado pelo
Decreto n.º 36 667, do 28 de
Maio de 1946. Portaria de 6 de
Maio de 1971 (OA n.º 14 – 2.ª
série, de 20 de Maio de 1971).
(OS 169 BCP21).


No dia
10 de Junho de 1972, perante as
Forças Armadas Portuguesas
reunidas em parada na Praça
Diogo Cão, em Luanda, na
Província Ultramarina de Angola,
foi-lhe imposta a Medalha da
Cruz de Guerra de 2.ª classe:



Distinguido
com o Prémio Governador-Geral de
Angola por feitos em combate no
teatro de operações naquela
Província Ultramarina;
Em 01 de Dezembro de 1972,
promovido a Capitão
Pára-Quedista;
Agraciado
com a Medalha de Ouro de Valor
Militar com Palma Colectiva -
Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas 21 (BCP21) «GENTE
OUSADA MAIS QUE QUANTAS» da 2.ª
Região Aérea (2ªRA) «LEALDADE E
CONFIANÇA» -
publicado no Diário de Governo
n.º 43 – 2.ª série, em 20 de
Fevereiro de
1973;
Em 14 de Abril de 1973, regressa
à Metrópole e ao Regimento de
Caçadores Pára-Quedistas (RCP -
Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS
SE CONHEÇAM»;
Agraciado com a Medalha
Comemorativa das Campanhas e
Comissões de Serviços Especiais,
com a legenda “Angola 1970 –
73”;
Louvado por feitos em combate no
teatro de operações de Angola,
publicado na Ordem de Serviço
n.º 33 do Comando da Região
Aérea n.º 2, de 16 de Agosto de
1973 e na Ordem de Serviço do
Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas 21, de 1973:
Tenente Pára-Quedista
JOSÉ LUÍS DA COSTA E SOUSA
Ordem de Serviço n.º 33 do
Comando da Região Aérea n.º 2
(COMRA2) de 16 de Agosto de 1973
“Por proposta do comandante do
BCP21, louva o oficial abaixo
mencionado, porque ao longo do
último ano em que prestou
serviço na 3ª CCP, quer no
comando de, quer comandando
interinamente a companhia,
sempre evidenciou qualidades de
verdadeiro chefe,
distinguindo-se pelo arrojo,
audácia, decisão, agressividade
e desprezo pelo perigo frente ao
inimigo, constituindo permanente
estímulo para os seus
subordinados.
As suas qualidades como
combatente, foram
exuberantemente comprovadas na
maioria das operações em que
tomou parte, mas muito
especificamente, na operação
“CICLONE I” em que comandando um
grupo de combate, foi
violentamente emboscado num
terreno muito ravinado e de
difícil acesso, por um numeroso
grupo inimigo. Apesar do intenso
fogo inimigo, organizou e
comandou o assalto às várias e
sucessivas posições e, numa
demonstração plena das suas
qualidades de combatente,
conseguiu batê-lo,
desorganizá-lo a atingir o
objectivo.
Pelo exposto o tenente
Pára-Quedista COSTA E SOUSA
vincou bem as suas qualidades de
condutor de homens, sendo digno
de ser apontado como um militar
que muito honra as tropas
Pára-quedistas, nas quais vem
servindo dentro das melhores
tradições das armas
portuguesas.”

Em
15 de Março de 1974, mobilizado
pelo Regimento de Caçadores
Pára-Quedistas (RCP - Tancos)
«QUE NUNCA POR VENCIDOS SE
CONHEÇAM» para servir Portugal
na Província Ultramarina de
Moçambique, como
comandante
da 1.ª Companhia de Caçadores
Pára-Quedistas (1ªCCP) «VINCERE
EST VELLE» do Batalhão de
Caçadores Pára-Quedistas 31
(BCP31) «HONRA-SE A PÁTRIA DE
TAL GENTE» do Comando da Região
Aérea n.º 3 (COMRA3) «LEALDADE E
CONFIANÇA»;
Em
01 de Dezembro de 1974, regressa
à Metrópole e ao Regimento de
Caçadores Pára-Quedistas (RCP -
Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS
SE CONHEÇAM»;
Agraciado com a Medalha
Comemorativa das Campanhas e
Comissões de Serviços Especiais,
com a legenda “Moçambique 1974”;
Em
01 de Junho de 1975, mobilizado
Regimento de Caçadores
Pára-Quedistas (RCP - Tancos)
«QUE NUNCA POR VENCIDOS SE
CONHEÇAM» para servir Portugal
na Província Ultramarina de
Angola, integrado Batalhão de
Caçadores Pára-Quedistas 21
(BCP21) «GENTE OUSADA MAIS QUE
QUANTAS» do Comando da Região
Aérea n.º 2 (COMRA2) «FIDELIDADE
E GRANDEZA», exercendo as
funções de Comandante da
Segurança Militar do Palácio do
Governador de Angola;
Responsável pela entrega das
instalações do Batalhão de
Caçadores Pára-Quedistas 21
(BCP21) «GENTE OUSADA MAIS QUE
QUANTAS», após a transferência
dos Pára-Quedistas para as
instalações da Base Aérea n.º 9
(BA9-Luanda) Assistiu ao último
arrear das bandeiras de Portugal
e da Força Aérea Portuguesa AP
no BCP 21, e assistiu com grande
tristeza à destruição diária das
instalações do BCP 21,
considerada à época
a
mais bela e moderna Unidade
Portuguesa no Ultramar.
Em 10 de Novembro de 1975,
regressou à Metrópole e ao
Regimento de Caçadores
Pára-Quedistas (RCP - Tancos)
«QUE NUNCA POR VENCIDOS SE
CONHEÇAM»;
Agraciado
com a Medalha Comemorativa das
Campanhas e Comissões de
Serviços Especiais, com a
legenda “Angola 1975”;
Em 01 de Fevereiro de 1981,
promovido a Major Pára-Quedista;
No período de 1992 a 1995,
comandante de uma força da
Polícia de Segurança Pública
(PSP) «PELA ORDEM E PELA PÁTRIA»
ao serviço da ONU na Bósnia;
Graduado em
Superintendente-Chefe da Polícia
de Segurança Pública (PSP) «PELA
ORDEM E PELA PÁTRIA»;
No período de 2000 a 2001,
Comandante da Polícia
Internacional da ONU e Director
Nacional da Polícia de Timor.
