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Condecoração

Mário Ferreira Morais, Coronel do Serviço Geral Pára-Quedista

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

Elementos castrenses cedidos pelo

PQ Pedro Castanheira

 

Carlos Ferreira Morais

 

Coronel do Serviço Geral Paraquedista

 

 

Angola: 31Mai1963 a 08Jan1965


Comandante de Pelotão e de Companhia da
 

3.ª Companhia de Caçadores Paraquedistas
 

Batalhão de Caçadores Paraquedistas 21
«GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS»
 

2.ª Região Aérea «FIDELIDADE E GRANDEZA»


Angola: 19Mar1965 a 10Dez1967


Comandante de Pelotão e de Companhia da
 

3.ª Companhia de Caçadores Paraquedistas
 

Batalhão de Caçadores Paraquedistas 21
«GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS»


2.ª Região Aérea «FIDELIDADE E GRANDEZA»
 

Angola: 10Abr1968 a 18Out1969


Comandante da


1.ª Companhia de Caçadores Paraquedistas
«IRMÃOS DE MARTE»
 

Batalhão de Caçadores Paraquedistas 21
«GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS»
 

2.ª Região Aérea «FIDELIDADE E GRANDEZA»


Angola: 20Fev1970 a 14Nov1973


Oficial de Operações e Informações do
 

Batalhão de Caçadores Paraquedistas 21
«GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS»
 

2.ª Região Aérea «FIDELIDADE E GRANDEZA»

 

Medalha de Ouro de Valor Militar com Palma Colectiva

Cruz de Guerra de 3.ª Classe

2 Medalhas de Prata de Serviços Distintos com Palma

2 Medalhas de Mérito Militar, uma de 2.ª e outra de 3.ª classes

Medalha de Promoção por Distinção

2 Medalhas de Comportamento Exemplar, uma de Ouro e outra de Prata

2 Medalhas Comemorativas das Campanhas das Forças Armadas, com as legendas “Norte de Angola 1963 – 65” e “Angola 1970 – 73”

 

 

Carlos Ferreira Morais, Coronel do Serviço Geral Paraquedista, nascido no dia 14 de Agosto de 1932, na freguesia de Barcouço, concelho da Mealhada, distrito de Aveiro;


Em 05 de Setembro de 1954, incorporado no Exército «PORTUGAL E SÃO JORGE» - «EM PERIGOS E GUERRAS ESFORÇADOS»;


Em 01 de Março de 1956, passou à situação de disponibilidade;


Em 30 de Agosto de 1956, foi convocado para as fileiras do Exército «PORTUGAL E SÃO JORGE» - «EM PERIGOS E GUERRAS ESFORÇADOS»;


Em 01 de Outubro de 1956, passou à situação de disponibilidade;


Em 14 de Outubro de 1956, foi convocado para as fileiras do Exército «PORTUGAL E SÃO JORGE» - «EM PERIGOS E GUERRAS ESFORÇADOS»;


Em Janeiro de 1958, ofereceu-se como voluntário para as Tropas Paraquedistas;


Em 15 de Fevereiro de 1958, no Batalhão de Caçadores Paraquedistas (BCP – Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM», iniciou a frequência no 3.º Curso de Paraquedismo Militar, o qual veio a concluir com aproveitamento no dia 31 de Março de 1958, pelo que lhe foi atribuído o brevet n.º 246;

 

 

Em 23 de Junho de 1958, foi promovido a Alferes Mil.º Paraquedista;


Nomeado instrutor de diversos cursos no Batalhão de Caçadores Paraquedistas (BCP – Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM», acumulou a instrução do 1.º Curso de Polícia Aérea;


Em 1962, ingressa no Quadro Permanente da Força Aérea Portuguesa (FAP) «EX MERO MOTIU», na especialidade de Mecânico de Material Terrestre; posteriormente, viria a ser o primeiro Oficial a integrar o Quadro do Serviço Geral Paraquedista;


Em 31 de Maio de 1963, foi mobilizado pelo Regimento de Caçadores Paraquedistas (RCP - Tancos) «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM» para servir na Província Ultramarina de Angola, como
comandante de pelotão da 3.ª Companhia de Caçadores Paraquedistas (3ªCCP) do Batalhão de Caçadores Paraquedistas 21 (BCP21) «GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS», da 2.ª Região Aérea (2ªRA) «FIDELIDADE E GRANDEZA»;


Em 01 de Dezembro de 1963, foi promovido a Tenente do Serviço Geral Paraquedista;


Em 20 de Fevereiro de 1964, foi nomeado para exercer as funções de comandante da 3.ª Companhia de Caçadores Paraquedistas (3.ª CCP), tendo cessado as referidas funções a 30 de Maio do mesmo ano;


Agraciado com a Medalha de Prata de Serviços Distintos com Palma, por serviços prestados na Província Ultramarina de Angola, considerados relevantes e extraordinários, nos termos da Portaria de 09 de Novembro de 1964, publicada na Ordem à Aeronáutica n.º 48 – 2.ª série, de 1964:


Tenente do Serviço Geral Paraquedista
CARLOS FERREIRA MORAIS
 

3ªCCP/BCP21 – RCP
Angola


Medalha de Prata de Serviços Distintos com Palma


Por Portaria de 09 de Novembro de 1964


Louvado o Tenente do Serviço Geral Paraquedista Carlos Ferreira Morais, do Batalhão de Caçadores Paraquedistas n.º 21, porque, no comando de tropas Paraquedistas em operações, se tem evidenciado um óptimo condutor de homens, revelando excelentes qualidades de coragem, dedicação, firmeza e muita ponderação.


No desempenho das funções do posto imediato, no comando da 1.ª companhia de combate do seu Batalhão
[interinamente], mostrou sempre elevado espírito de iniciativa e organização, muito acerto, tenacidade e dinamismo, manifestando qualidades de chefia que lhe permitiram satisfazer plenamente a missão cometida.


Incutindo nos seus subordinados entusiasmo e sede de êxitos, procurando sempre melhorar a preparação para o combate, o equipamento e os procedimentos tácticos, fez valorizar ainda mais a capacidade operacional da unidade do seu comando.


Em algumas das muitas operações em que tem tomado parte na ZIN (zona de intervenção norte) conduziu a sua companhia a locais antes considerados inacessíveis, contribuindo assim, directa e grandemente, com a sua acção para os êxitos alcançados.


Dotado de são espírito de cooperação, lealdade absoluta e vincado sentido de disciplina, o Tenente Morais revelou virtudes militares e prestou serviços em campanha que, umas e outros, o impõem como verdadeiro chefe e honram as tropas Paraquedistas.


Os seus serviços devem ser considerados como relevantes e extraordinários.


Em 08 de Janeiro de 1965, regressou à Metrópole;


Foi agraciado com a Medalha Comemorativa das Campanhas das Forças Armadas com a legenda “Norte de Angola 1963 – 65”, publicado na Ordem de Serviço n.º 198, de 21 de Agosto de 1965, do Batalhão de Caçadores Paraquedistas 21 (BCP21) «GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS», da 2.ª Região Aérea (2ªRA) «FIDELIDADE E GRANDEZA»;


Em 19 de Março de 1965, foi mobilizado pelo Regimento de Caçadores Paraquedistas (RCP – Tancos), «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM», para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola. Posteriormente, a 20 de Setembro de 1965, foi nomeado comandante da 3.ª Companhia de Caçadores Paraquedistas (3.ª CCP) do Batalhão de Caçadores Paraquedistas 21 (BCP 21), «GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS», da 2.ª Região Aérea (2.ª RA), «FIDELIDADE E GRANDEZA»;


PROCESSO DE PROMOÇÃO POR DISTINÇÃO:


Publicado na alínea b) do artigo 5.º da Ordem de Serviço n.º 4, de 10 de Janeiro de 1966, do Comando da 2.ª Região Aérea:


Inquérito contraditório para processo de promoção por distinção ordenado pelo Comando-Chefe das Forças Armadas em Angola
Proposta de promoção por distinção do Tenente do Serviço Geral Paraquedista Carlos Ferreira Morais.


Proponho que o Tenente do Serviço Geral Parquedista CARLOS FERREIRA MORAIS, que prestou serviço no BCP21, de 31Mai63 a 06Jun65, seja promovido por distinção ao posto imediato, nos termos do art.º 92.º do Estatuto do Oficial do Exército, considerando:


- As excepcionais qualidades de Comando e valor demonstrado na conduta das operações da luta contra-guerrilha em ANGOLA e que muito contribuíram para a valorização do prestÍgio das Tropas Pára-Quedistas e da Força Aérea.


- O facto de, sendo Oficial do Serviço Geral Pára-Quedista, exercer funções de Comando de Companhia de Caçadores Pára-Quedistas, por largo período (10 meses), as quais organicamente são atribuídas a um Capitão Pára-Quedista.


- Os seus dotes elevados de iniciativa, decisão, dinamismo, entusiasmo, determinação e desejo de vencer que o levaram a demonstração de raras qualidades de condutor de homens.


O COMANDANTE DA 2.ª REGIÃO AÉREA


(as) Joaquim Brilhante Paiva,General da FA

 

 

Agraciado com a Medalha da Cruz de Guerra de 3.ª classe por feitos em combate na Província Ultramarina de Angola, pela Portaria de 26 de Fevereiro de 1966, publicada na Ordem à Aeronáutica n.º 9 – 2.ª série, de 1966:


Tenente Serviço Geral Paraquedista
CARLOS FERREIRA MORAIS
 

3ªCCP/BCP21 – RCP
Angola


Medalha da Cruz de Guerra de 3.ª Classe


Por Portaria de 26 de Fevereiro de 1966


Por proposta do Comandante do B.C.P. 21, louva o Tenente do S/G. Para-quedista- CARLOS FERREIRA MORAIS, daquele Batalhão:


“Porque, quer nas funções de Comandante de Companhia que exerceu durante dez meses, quer nas funções de Comandante de Pelotão, desenvolveu excepcional trabalho como condutor de homens, revelando excelentes qualidades de decisão, firmeza, ponderação e um sentido táctico de craveira muito elevada, desenvolvendo assinalável trabalho numa operação em que a sua subunidade foi emboscada pelo inimigo. Debaixo do fogo inimigo, manteve sempre uma extraordinária calma e ponderação, tomando decisões adequadas e imediatas, com desprezo pela vida cobriu pelo fogo a progressão de uma equipa de quatro da secção mais avançada até se juntar a eles, e ceder-lhes parte da sua dotação de munições para fazer face ao fogo inimigo.


O seu comportamento nesta acção de fogo contribuiu decisivamente para o malogro do ataque inimigo, pondo os elementos adversos em debandada e para subsequente êxito na operação.


O Tenente Paraquedista, MORAIS, sempre revelou uma determinação extraordinária na consecução dos melhores resultados nas operações, apesar de muitas vezes a sua subunidade actuar em terrenos bastantes acidentados, difíceis e em precárias condições físicas, resultantes do enorme esforço despendido.


A acção da 3.ª Companhia de Caçadores Pára-quedistas, impulsionada pelo seu exemplo e entusiasmo em várias operações contribuiu decisivamente para o desfazer do mito de determinada área, lutando e batendo a zona até ao limite das forças do seu pessoal.


O Tenente Pára-quedista, MORAIS, demonstrou em todas as acções de combate elevados dotes de coragem, espírito de sacrifício e discernimento, revelando-se um extraordinário chefe na luta de
guerrilhas.


PROMOÇÃO POR DISTINÇÃO:

 

Transcrito da Ordem à Aeronáutica n.º 20 - 2.ª série, de 21 de Maio de 1966:

 

 

[...]

 

VIII - DECLARAÇÕES


Por parecer do Conselho Superior da Aeronáutica de 20 de Abril de 1966, homologado por despacho do Secretário do Estado da Aeronáutica de 6 de Maio do corrente ano, foi considerada por distinção a promoção ao actual posto do Capitão do Serviço Geral Paraquedista Carlos Ferreira Morais, realizada por portaria de 1 de Dezembro de 1965, inserta na Ordem à Aeronáutica n.º 2, 2.ª Série, de 15 de Janeiro do corrente ano. Conta a antiguidade desde 3 de Setembro de 1965

 

 

Na parada do aquartelamento do Batalhão de Caçadores Paraquedistas 21

 

No dia 10 de Junho de 1966, perante as Forças Armadas Portuguesas reunidas em parada no Terreiro do Paço, em Lisboa, foi-lhe imposta a Medalha da Cruz de Guerra de 3.ª classe, concedida pela Portaria de 26 de Fevereiro de 1966, mencionado no vespertino Diário de Lisboa, n.º 15618, página 7, de 11 de Junho de 1966;

 

Em 10 de Dezembro de 1967, regressou à Metrópole;


Em 10 de Abril de 1968, foi mobilizado pelo Regimento de Caçadores Paraquedistas (RCP – Tancos), «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM», para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola. Posteriormente, a 30 de Maio de 1968, foi nomeado comandante da 1.ª Companhia de Caçadores Paraquedistas (1.ª CCP) «IRMÃOS DE MARTE» do Batalhão de Caçadores Paraquedistas 21 (BCP 21), «GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS», da 2.ª Região Aérea (2.ª RA), «FIDELIDADE E GRANDEZA», tendo cessado aquelas funções em 24 de Setembro de 1969;


Agraciado com a Medalha de Mérito Militar de 3.ª classe, pela Portaria de 20 de Fevereiro de 1969, publicada na Ordem à Aeronáutica n.º 6 – 2.ª série, de 1969;


Em 18 de Outubro, regressou à Metrópole;


Em 20 de Fevereiro de 1970, foi mobilizado pelo Regimento de Caçadores Paraquedistas (RCP – Tancos), «QUE NUNCA POR VENCIDOS SE CONHEÇAM», para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola, como Oficial de Operações e Informações do Batalhão de Caçadores Paraquedistas 21 (BCP 21), «GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS», da 2.ª Região Aérea (2.ª RA), «FIDELIDADE E GRANDEZA»;


Em 03 de Setembro de 1970, foi promovido a Major do Serviço Geral Paraquedista;


Agraciado com a Medalha Comemorativa das Campanhas das Forças Armadas com a legenda “Angola 1970 – 73”, publicado na Ordem de Serviço n.º 138, de 15 de Junho de 1972, do Batalhão de Caçadores Paraquedistas 21 (BCP 21), «GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS»;


Agraciado com a Medalha de Prata de Comportamento Exemplar, publicado na Ordem de Serviço n.º 146, de 24 de Junho de 1972, do Batalhão de Caçadores Paraquedistas 21 (BCP 21), «GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS»;


Em 01 de Dezembro de 1972, promovido a Tenente-Coronel do Serviço Geral Paraquedista;


Agraciado com a Medalha de Prata de Serviços Distintos com Palma, publicado no Diário do Governo n.º 271 – 2.ª série, de 21 de Novembro de 1972, e na Ordem à Aeronáutica n.º 4 – 2.ª série, de 1973:


Major Serviço Geral Paraquedista
CARLOS FERREIRA MORAIS


BCP21 – RCP
Angola


Medalha de Prata de Serviços Distintos Com Palma


Diário do Governo n.º 271, 2.ª Série de 21 de Novembro de 1972


Manda o Governo da República Portuguesa, pelo Ministro da Defesa Nacional, louvar, por proposta do comandante-chefe das forças armadas de Angola, o major Pára-quedista Carlos Ferreira Morais, pelas magníficas provas de abnegação, elevado sentido do dever e dedicação pelo serviço que tem dado como oficial de ligação do Batalhão de Caçadores Pára-quedistas n.º 21 nas várias missões que lhe têm sido confiadas no teatro de operações de Angola.


Estudioso profundo das mais avançadas técnicas de luta de contra guerrilha, tem sabido transmitir aos seus subordinados preciosos conhecimentos, nomeadamente para a montagem de campos de minas e armadilhas, que o creditam como um elemento responsável por uma quota-parte bastante elevada dos êxitos alcançados pela sua unidade. Quer planeando, quer executando, tem dado um iniludível exemplo de extraordinário espírito de sacrifício, sangue-frio e firme determinação, qualidades que o tornam um chefe lúcido e valoroso, que sabe indicar o verdadeiro rumo aos homens que comanda.


Dotado de rara capacidade de decisão e espírito empreendedor, com importantes trabalhos realizados no âmbito da 2.ª Região Aérea, mormente no sector da segurança interna e defesa próxima das unidades e seus dependentes, o major Morais uma vez mais se evidenciou como um oficial brioso, que muito honra as forças armadas e prestigia as tropas Pára-quedistas, que devotadamente
serve, devendo os serviços por si prestados ser considerados relevantes, distintos e extraordinários.


Em Fevereiro de 1973, considerado abrangido com direito ao uso da insígnia da condecoração colectiva da Medalha de Ouro de Valor Militar, com palma, concedida ao Batalhão de Caçadores Pára-Quedistas 21 (BCP21)
«GENTE OUSADA MAIS QUE QUANTAS» da 2.ª Região Aérea (2ªRA - Angola) «FIDELIDADE E GRANDEZA»;


Em 14 de Novembro de 1973, regressou à Metrópole;


Em 1976, foi colocado no Corpo de Tropas Paraquedistas (CTP) «HONRA-SE A PÁTRIA DE TAL GENTE»;


Agraciado com a Medalha de Mérito Militar de 2.ª classe, pela Portaria de 27 de Novembro de 1978, publicada na
Ordem à Aeronáutica n.º 51 – 2.ª série, de 1978


Em 15 de Março de 1982, foi promovido a Coronel do Serviço Geral Paraquedista;


Agraciado com a Medalha de Ouro de Comportamento Exemplar, publicada na Ordem da Força Aérea n.º 30 – 2.ª série, de 1985;


Em 01 de Abril de 1993, passou à situação de reforma.


 

 

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