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Moçambique

Companhia de Caçadores 2422/BII17: 27Ago1968 a 25Ago1970

 

Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

 

Companhia de Caçadores 2422

 

«ODERINT DUM METUANT - QUE ME DETESTEM, CONTANDO QUE ME TEMAM»

 

Moçambique:

27Ago1968 a 25Ago1970

 

A Companhia de Caçadores 2422 «ODERINT DUM METUANT - QUE ME DETESTEM, CONTANDO QUE ME TEMAM» foi mobilizada pelo Batalhão Independente de Infantaria 17 (BII17 - Angra do Heroísmo) para servir Portugal na Província Ultramarina de Moçambique, no período de 27 de Agosto de 1968 a 25 de Agosto de 1970.

 

Agraciados por feitos em campanha

 

HONRA E GLÓRIA

 

António Paulino Faria Claro - Cruz de Guerra, de 3.ª classe

 

 

Cruz de Guerra, de 3.ª classe

Fonte:

5.º Volume, Tomo VI, da

RHMCA / CECA / EME

 

 

Soldado, condutor auto, n.º 01350168
ANTÓNIO PAULINO FARIA CLARO

 

CCac 2422 — BII 17
MOÇAMBIQUE
 

3.ª CLASSE (Título póstumo)
 

Transcrição da Portaria publicada na OE n.º 28 — 3.ª série, de 1970.
Por Portaria de 11 de Agosto de 1970:
 

Manda o Governo da República Portuguesa, pelo Ministro do Exército, condecorar com a Cruz de Guerra de 3.ª classe, a título póstumo, ao abrigo dos artigos 9.º e 10.º do Regulamento da Medalha Militar, de 28 de Maio de 1946, por serviços prestados em acções de combate na Província de Moçambique, o Soldado n.º 01350168, António Paulino Faria Claro, da Companhia de Caçadores n.º 2422 — Batalhão Independente de Infantaria n.º 17.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.
(Publicado na OS n.º 50, de 20 de Junho de 1970, do QG/RMM):


Que, por seu despacho de 28 de Maio de 1970, louvou, a título póstumo, o Soldado, condutor auto, n.º 01350168, António Paulino Faria Claro, da CCac 2422 — BII 17, porque no dia 06 de Agosto de 1969, quando da violenta emboscada sofrida pelo pessoal da sua Companhia e que ao ser iniciada atingiu fortemente a maior parte da força, estando já instalado no terreno, mas verificando que o apontador de morteiro tinha sido atingido mortalmente, decidida, corajosa e serenamente voltou de pronto à viatura, apesar do fogo intenso do inimigo, para trazer o morteiro e regressou ao seu lugar sempre debaixo de fogo. Então, com o maior sangue-frio, calma, arrojo e valentia manejou a arma como apontador até cair mortalmente ferido.


Nesta actuação tiveram os seus camaradas o melhor exemplo do comportamento e valor dum soldado em campanha.
 

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