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Angola

Fernando Augusto Colaço Leal Robles, Capitão de Infantaria 'Comando'
 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

 
Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW
 
 
 
Fernando-Augusto-Cola-o-Leal-Robles-350Fernando Augusto Colaço Leal Robles
 
Capitão de Infantaria 'Comando'
 
Angola: 12Fev1961 a 12Mar1963:
      Como Alferes Mil.º de Infantaria
Companhia de Caçadores Especiais 67
(6.ª Companhia de Caçadores Especiais)
 
Guiné: 06Mai1968 a 05Ago1969:Valor-Militar-Merito-Militar-350
      Adjunto do comandante da
15.ª Companhia de Comandos
«A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»
 
Angola: 1971 a 1975:
Comandante da
25.ª Companhia de Comandos
«A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»
 
Comandante da
Companhia de Comando e Serviços
Centro de Instrução de Comandos
«A SORTE PROTEGE OS AUDAZES»
Região Militar de Angola
 
 
Medalha de Prata de Valor Militar com palma
 
Louvor Individual
 
Medalha de Mérito Militar de 3.ª classe
 
 
Medalha de Prata de Valor Militar com palma
 
 
Medalha-de-Prata-de-Valor-Militar-com-Palma-vmAlferes Miliciano de Infantaria
FERNANDO AUGUSTO COLAÇO LEAL ROBLES
 
CCacE 67 - RI 1
ANGOLA
 
Grau: Prata, com palma
 
Transcrição do louvor publicado na Ordem do Exército n.º 3 - 2.ª série, de 1963:
 
Por Portaria de 22 de Janeiro de 1963:
 
Louvado o Alferes Miliciano de Infantaria, Fernando Augusto Colaço Leal Robles, porque durante cerca de dois anos em que serviu na Companhia de Caçadores 67, se evidenciou como oficial valente e excepcionalmente audacioso, dando constantes provas de coragem, decisão, serena energia debaixo de fogo e sangue-frio em todas as acções em que tomou parte, com risco da própria vida, contribuindo em muito, primeiro, para a limitação de acções terroristas na região dos Dembos na fase mais crítica do terrorismo, depois, na defesa e segurança interna da cidade de Luanda, e, por último, na cobertura da fronteira norte. Actuando logo no início do terrorismo, em Março de 1961, com o seu Pelotão destacado da Companhia, em zonas das mais perigosas, como o Piri, Vista Alegre e Cambamba, conseguiu, mercê de uma rara abnegação, valentia, coragem e extrema audácia, aniquilar numerosos grupos de terroristas e salvar muitas vidas e haveres das populações mais isoladas.

Estas qualidades, que sempre revelou durante as operações subsequentes, depois de reintegrado na sua Companhia, aliadas ao seu comportamento exemplar, tornaram o Alferes Robles considerado e respeitado, não só pelos seus chefes e subordinados, como até pela população civil, que por mais de urna vez tem publicamente testemunhado a sua admiração pelas extraordinárias virtudes militares deste oficial, excepcionalmente qualificado para este tipo de guerra.

Transcrição da Portaria que concede a condecoração, publicada na mesma Ordem do Exército:
 
Por Portaria de 22 de Janeiro, de 1963:

Condecorado com a Medalha de Prata de Valor Militar, com palma, por ter sido considerado ao abrigo do artigo 7.º, com referência ao § 1.º do artigo 51.º, do Regulamento da Medalha Militar, de 28 de Maio de 1946, o Alferes Miliciano de Infantaria, Fernando Augusto Colaço Leal Robles, que durante os largos meses em que serviu na Companhia de Caçadores 67, se evidenciou como oficial decidido e excepcionalmente audacioso, contribuindo com a sua rara abnegação, valentia e coragem para o êxito das múltiplas operações em que, com grande risco de vida, participou, designadamente na limitação das acções terroristas na região dos Dembos, na defesa e segurança interna da cidade de Luanda, na cobertura da fronteira norte e no patrulhamento das zonas particularmente perigosas de Piri, Vista Alegre e Cambamba.
 
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- Em 10 de Junho de 1963 no Terreiro do Paço, durante a celebração do Dia de Portugal, é-lhe imposta pelo Presidente da República, perante as tropas em parada, a Medalha de Prata de Valor Militar com palma.
 
 
 
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Jornal do Exército, ed. 111, de Março de 1969:
 
 
 
Fernando-Augusto-Cola-o-Leal-Robles-920
 
 
 

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