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Angola

Batalhão de Cavalaria 745

 

Batalhão de Cavalaria 745

 

 

«NÓS QUEREMOS»

 

«NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE»

 

Os «ZÉ BRAVO»

 

Angola

 

18Jan1965 a 28Fev1967

 

                                     

 

 

Agraciados por feitos em combate

 

HONRA E GLÓRIA

 

 

Fonte:

5.º Volume, Tomo III, da RHMCA / CECA / EME

 

Cruz de Guerra de 4.ª classe

 

Alferes Miliciano de Cavalaria
ANTÓNIO JÚLIO SALGUEIRO GONÇALVES
 

CCav742/BCav745 — RC3
ANGOLA
 

4.ª CLASSE


Transcrição do Despacho publicado na Ordem do Exército n.º 1 — 2.ª série, de 1966.


Condecorado com a Cruz de Guerra de 4.ª classe, nos termos do artigo 12.º do Regulamento da Medalha Militar, aprovado pelo Decreto n.º 35 667, de 28 de Maio de 1946, por despacho de 27 de Novembro findo, do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Angola, o Alferes Miliciano António Júlio Salgueiro Gonçalves, do Batalhão de Cavalaria n.º 745 — Regimento de Cavalaria n.º 3.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.


(Publicado na Ordem de Serviço n.º 88, de 29 de Outubro de 1965, do Quartel General da Região Militar de Angola (QG/RMA):


Louvado o Alferes Miliciano, António Júlio Salgueiro Gonçalves, porque, durante a permanência do Batalhão de Cavalaria 745 (BCav745) no Norte de Angola, desempenhou as funções de Comandante do 4.º Grupo de Combate da Companhia de Cavalaria 742 (CCav 742), com excepcional eficiência, muita valentia e espírito combativo.


Durante as inúmeras acções de fogo inimigas a que esteve sujeito, sempre se revelou um oficial com excepcional capacidade de decisão, especialmente durante as operações "Passagem de Mão", "Rebelde", "Pelicano", "Acrobata" e "Diamante Verde".


Particularmente no decorrer desta última operação, consagrou-se como um combatente inato e um excelente condutor de tropas, marchando sempre à testa do seu grupo sob fogo inimigo, comandando a manobra com excepcional decisão e agressividade, lançando-se depois ao assalto, à frente dos seus homens, com absoluto desprezo pela vida e pelo perigo, e inexcedível coragem, notável serenidade debaixo de fogo e plena consciência da sua missão e funções de comando que lhe competiam, pelo que é de justiça apontá-lo como exemplo.

 

 

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