António José Lourenço

1.º Cabo Pára-Quedista,
n.º 425/68
1.ª Companhia de Caçadores
Pára-Quedistas
«IRMÃOS DE MARTE»
Batalhão de Caçadores
Pára-Quedistas 21
«GENTE OUSADA MAIS QUE
QUANTAS»
2.ª Região Aérea «FIDELIDADE E
GRANDEZA»
António
José Lourenço, 1.º Cabo Pára-Quedista, n.º 425/68, nascido no
dia
21 de Outubro de 1948, na freguesia de São João Baptista,
concelho de Tomar.
Em 02 de Setembro de 1968,
incorporado como voluntário no
Regimento de Caçadores Pára-Quedistas (RCP - Tancos) «QUE NUNCA
POR VENCIDOS SE CONHEÇAM»;
No período de 29 de Outubro a
28 de Novembro de 1969, frequentou o 56.º Curso de Parquedismo
Militar, pelo que lhe foi atribuído o brevet n.º 7871;

Em 20 de Março de 1970,
concluiu o Curso de Combate;
Em
22 de Julho de 1970, mobilizado pelo
Regimento de Caçadores Pára-Quedistas (RCP - Tancos) «QUE NUNCA
POR VENCIDOS SE
CONHEÇAM»
para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola,
integrado no 4.º Pelotão «OS VINGADORES» da 1.ª Companhia
de Caçadores Pára-Quedistas (1ªCCP) «IRMÃOS DE MARTE» do
Batalhão
de Caçadores Pára-Quedistas 21 (BCP21) «GENTE OUSADA MAIS QUE
QUANTAS», da 2.ª Região Aérea «FIDELIDADE E GRANDEZA»;
Faleceu
no dia 18 de Novembro de 1971, na região do Lucusse e
Chafinda, no decorrer da
operação "CALCAR/IH", em consequência
de ferimentos em combate;
Tinha 23 anos de idade
Paz à sua Alma
Está inumado no cemitério de Santa Maria dos Olivais, em Tomar.
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A
operação "CALCAR/IH" comandada pelo Capitão Pára-Quedista
Ferreira Pinto, foi
muito complexa devido à
inesperada quantidade de guerrilheiros, correu bem, porque
tiveram todos muita disciplina de fogo para aguentar o embate,
resta acrescentar que os Páras nesta Operação, tinham 4 Grupos
de Combate.
Do relatório da operação
"CALCAR/IH", referente à morte do malogrado militar
António José Lourenço:
"Fazendo
parte da 1.ª Companhia de Caçadores Paraquedistas (1.º CCP),
fazia parte de um reduzido grupo de combate que enfrentou cerca
de 60 guerrilheiros na mata Angolana, o Cabo Lourenço foi
atingido num ombro, que por azar atingiu uma artéria (aorta), o
que lhe seria fatal"
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Clique no sublinhado ou na
imagem que se seguem para visualização do conteúdo:
LOURENÇO - O APONTADOR DE METRALHADORA
Recorte da Revista 'Boina
Verde', de Dez1971:

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A sua campa no cemitério de
Santa Maria dos Olivais, em Tomar:

