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Monumentos aos Combatentes,
Memoriais e Campas
Monumentos aos Combatentes
e Campas
Em
memória daqueles que tombaram em defesa
de
Portugal na Guerra do Ultramar
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cada um dos
sublinhados
Listagem dos mortos naturais do concelho
de
Tavira
Santo Estevão
15Abr2026
CAIU NO CAMPO DA
HONRA
Neste dia 15 de Abril, ao completarem-se 60 anos
sobre o seu sacrifício supremo, evocamos a memória
do Soldado
António Gregório Fernandes Pinheiro.
Jovem estevonense que, com apenas 22
anos, trocou a tranquilidade do Algarve pelo rugido
das armas no Niassa, servindo com abnegação sob o
lema dos Dragões do Niassa.
António Gregório
Fernandes Pinheiro
Soldado Atirador de Cavalaria, n.º
1294/65
Companhia de
Cavalaria 1507
Batalhão de Cavalaria 1879
«NA GUERRA CONDUTA MAIS
BRILHANTE»
«DRAGÕES DO NIASSA»
Angola: 31Jan a
15Ab1966 (data do falecimento)
3 Louvores
Colectivos
António Gregório Fernandes Pinheiro,
Soldado Atirador de Cavalaria, n.º 1294/65, nascido no
ano de 1944, na freguesia de Santo Estevão,
concelho
de Tavira, filho de Manuel dos Santos Pinheiro e de
Laurinda do Nascimento Fernandes, solteiro;
Mobilizado
pelo Regimento de Cavalaria 3 (RC3 – Estremoz) «DRAGÕES
DE OLIVENÇA» - «…NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE» para
servir Portugal na Província Ultramarina de Moçambique;
No
dia 12 de Janeiro de 1966, na Gare Marítima da Rocha do
Conde de Óbidos, em Lisboa, embarcou no NTT ‘Vera Cruz,
integrado num dos pelotões da Companhia de Cavalaria
1507 (CCav1507) do Batalhão de Cavalaria 1879 (BCav1879)
«NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE» - «DRAGÕES DO NIASSA», rumo ao porto
marítimo de Nacala, onde
desembarcou
no dia 31 de Janeiro de 1966;
A sua subunidade de Cavalaria,
comandada pelo Capitão de Cavalaria António Manuel Pinto
Ferreira Gomes, após o desembarque, seguiu para o Cobué,
onde rendeu a Companhia de Caçadores 694 (CCac694) e
guarneceu com um pelotão os destacamentos de N´Goo e
Muhai;
Faleceu no dia 15 de Abril de 1966, em
N'Goo, na área do Cobué, em consequência de ferimentos
em combate.
"Em
N'Goo, num dos setores mais isolados e perigosos do
noroeste de Moçambique, o Soldado Pinheiro enfrentou as
exigências de uma guerra de emboscadas e terreno
difícil. Foi ali, na margem do Lago, que o seu destino
se cruzou com a eternidade, tornando-se um dos primeiros
heróis da sua Companhia a tombar em combate."
Tinha 22 anos de idade.
Foi inumado no cemitério de Metangula
(Moçambique).
Em Junho de 2012, os seus restos
mortais foram trasladados para o ossário da Liga dos
Combatentes no cemitério de Nampula, Moçambique.
Paz à sua alma.
Que o seu nome, agora
perpetuado na sua terra natal de Santo Estevão (Tavira)
e no solo de Nampula onde hoje repousa continue a ser um
exemplo de 'Conduta Mais Brilhante'.
Não morre quem
permanece vivo na nossa memória.
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Louvor Colectivo – Batalhão de Cavalaria 1879 –
publicado na Ordem de Serviço n.º 38 de 30 de
Setembro de 1966 do Comando do Sector A e na Revista da
Cavalaria do ano de 1966, página 175;
Louvor Colectivo – Batalhão de Cavalaria 1879 –
publicado na Ordem de Serviço n.º
10
de 10 de Março de 1967 do Comando do Sector A e na
Revista da Cavalaria do ano de 1967, página 207;
Louvor Colectivo - Companhia de Cavalaria 1507 -
publicado na Ordem de Serviço n.º 177, de 04 de
Agosto de 1967, do Batalhão de Cavalaria 1879 e na
Revista da Cavalaria do ano de 1967, página 212.
Uma actuação de Companhias dos Dragões do
Niassa (BCav1879/CCav1507/CCav1506) - Texto da
autoria do Tenente-Coronel Fonseca Lage, in
Revista da Cavalaria do ano de 1967, páginas 284 a 286.
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