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Monumentos aos Combatentes, Memoriais e
Campas
Monumentos aos Combatentes
e Campas
Em
memória daqueles que tombaram em defesa
de
Portugal na Guerra do Ultramar
Para
visualização dos conteúdos clique em
cada um dos
sublinhados:
Listagem dos mortos naturais do concelho
de
Santa Comba Dão

Treixedo
Homenagem aos Militares que Combateram
no Ultramar de 1957 a 1975 Naturais e
Residentes em Treixedo
Inaugurado no dia 21 de
Junho de 2014
Com a devida vénia, os
elementos que se seguem
foram extraídos do site «Farol
da nossa terra»
Inauguração
do Monumento aos ex-Combatentes da Freguesia de Treixedo
Terça-feira,
24 Junho 2014
Viveu-se mais
um dia marcante para a história da nossa freguesia, rica
especialmente na emoção que se fez sentir com grande
intensidade por força da moldura humana, que caminhando
pelo Terreiro das Árvores, em Treixedo, apreciava aquele
que seria mais um marco a lembrar o sacrifício de tantos
jovens marcados pela guerra dos anos 60 e 70 em que
participaram muito longe deste seu “berço” natal, em
defesa da pátria com exposição da sua própria vida- O
MONUMENTO AOS EX-COMBATENTES DA FREGUESIA DE TREIXEDO.
À nossa terra
e dos que foram cumprir as ordens de então, dois não
voltaram com vida, deixando mergulhados na maior
tristeza as suas famílias e amigos que hoje ainda e
apesar da distância percorrida no tempo, não conseguiram
ultrapassar ainda essas perdas [António
de Abreu e
João Lopes Pereira]. Os que tiveram a sorte
de sobreviver, puderam agora regozijar-se com os
desígnios do seu destino. Cruzando-se uns com os outros
e com as suas famílias e amigos num espaço de festa, ia
deixando transparecer que com a imagem dos seus cabelos
grisalhos estavam também lembranças do horror, da
saudade e da muita tristeza que trouxeram dessa guerra
de tão má memória.
Mas,
repetindo, este dia 21 de Junho de 2014 foi importante
para todos eles, que tiveram a honrar esta sua festa a
presença do Presidente da Câmara Municipal de Santa
Comba Dão e do Presidente da União de Freguesias de
Treixedo e Nagozela, da representação da Liga dos
Combatentes e de algumas Associações de ex-combatentes,
de uma representação de militares do Regimento de
Infantaria de Viseu, que prestou honras militares a
todos os ex-combatentes, e da Fanfarra dos Bombeiros
Voluntários de Santa Comba Dão.
Enquanto os
populares se aglomeravam lembrando ali a realização das
antigas Festas dos Alegres, a satisfação
generalizava-se, e quando a fanfarra dos Bombeiros deu
sinal da sua verdadeira presença com o som da música
superiormente executada por si, percebeu-se que estava a
dar-se o inicio dos festejos programados. Abriram-se
alas para a sua passagem e o povo aplaudia os soldados
da paz. Findo o desfile, seguiu-se a missa campal no
mesmo local, presidida pelo nosso pároco Virgílio
Marques Rodrigues que mais tarde, e no período mais
direcionado à inauguração do monumento, também falou em
nome e a pedido da comissão que teve a seu cargo levar a
cabo a instalação daquele monumento.
O Presidente
da Câmara Municipal, o Presidente da União de Freguesias
e representantes do Regimento de Infantaria e da Liga
dos Combatentes usaram igualmente da palavra, tecendo
todos eles considerações atinentes aos ex-combatentes,
chamando a atenção das gerações mais recentes para o
respeito que deve ser dedicado àqueles, e lembrar que
foi com a idade dos vinte e poucos anos que tiveram de
deixar tudo e enfrentar a morte na defesa do nosso país,
não como voluntários mas obrigados a isso. Foi outro
momento muito emotivo, como poderá calcular-se, fechado
com chave de ouro ao som do Hino Nacional entoado por
todos ali presentes.
Falta referir
que esta inauguração enquadrou-se nas Festas da União de
Freguesias de Treixedo e Nagozela que teve a
enriquecê-las as “tasquinhas” do Centro Social e
Paroquial de Treixedo, do Rancho Folclórico os Alegres
de Treixedo e do Grupo Desportivo Treixedense,
prolongando-se os mesmos festejos pelo dia 22, onde não
faltou arraial com música de baile e folclore a cargo do
Rancho treixedense. Ah, resta referir ainda, que até a
chuva se associou, caiu durante algum tempo persistente,
“complicou” de certa forma os ânimos mas não os
arrefeceu, porque as pessoas, muitas pessoas,
continuaram a não arredar pé e aproveitaram todos os
momentos ao seu dispor, participando também num lanche
de confraternização.
Em todo este
evento falhas terá havido, certamente, mas que terão de
ultrapassar-se comparadas com o simbolismo do acto.
Este, sim, é que conta, e como se ouvia dizer de boca em
boca, lembremo-nos sempre e transmitamos aos nossos
descendentes que EM TREIXEDO TAMBÉM HÁ HERÓIS.
UM ABRAÇO
MUITO GRANDE A TODOS OS EX-COMBATENTES DE PORTUGAL!…









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