Monumentos aos Combatentes,
Memoriais e Campas
Monumentos aos Combatentes e
Campas
Em
memória daqueles que tombaram em defesa
de
Portugal na Guerra do Ultramar
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Listagem dos mortos naturais do concelho
de
Loulé

Almancil
Américo Viegas Fernandes

Soldado Atirador
Explorador, n.º 377/64
Companhia de Cavalaria 743
Batalhão de Cavalaria
745
«NÓS QUEREMOS»
«NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE»
Angola: 18Jan a
27Mai1965 (data de falecimento)
Américo Viegas
Fernandes, Soldado Atirador Explorador,
n.º 377/64, nascido no ano de 1943, na
freguesia de Almancil, concelho de
Loulé,
filho
de José Fernandes e de Maria do Carmo
Viegas, casado com Maria Valentina Reis
da Silva.
Mobilizado
pelo Regimento de Cavalaria 3 (RC3 –
Estremoz) «DRAGÕES DE OLIVENÇA» - «…NA
GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE» para
servir Portugal na Província Ultramarina
de Angola.
No
dia 09 de Janeiro de 1965, na Gare
Marítima da Rocha do Conde de Óbidos, em
Lisboa, embarcou no NTT ‘Vera Cruz’,
integrado num dos
pelotões
da Companhia de Cavalaria 743 (CCav743)
do Batalhão de Cavalaria 745 (BCav745)
«NÓS QUEREMOS» - «NA GUERRA CONDUTA MAIS
BRILHANTE», rumo ao porto de Luanda,
onde desembarcou no dia 18 de Janeiro de
1965.
A sua subunidade de cavalaria, comandada
pelo Capitão de Cavalaria Rui da Costa
Ferreira, foi colocada em Bela Vista.
Faleceu no dia 27 de Maio de 1965, na
área da Bela Vista, a 3 km do morro das
Pedras, em consequência de ferimentos em
combate.
Tinha 22 anos de idade.
Paz à sua Alma
Ficou inumado na campa n.º 13, na
fileira n.º 2, do talhão n.º 1, no
cemitério de Zala, em Angola.
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Louvor Colectivo
BATALHÃO DE CAVALARIA N.º 745
(Ordem de
Serviço n.º 23 de 18 de Março de 1966,
do Comando da Região Militar de Angola)
Louvo
por proposta do Comando de Agrupamento
n.º 1972:
O Batalhão de Cavalaria n.º 745, por em
actuação no Sector dos Dembos,
designadamente nas Operações «Assaltos
Coordenados D-2», «Atoleiros» e «Salado
D», ter agido sempre com a maior
agressividade e conseguido vibrar duros
golpes no prestígio que o inimigo
poderia ter nas regiões das operações,
especialmente
nos vales dos Rios Cassulo e Culio,
Causseque e Lussanza e na Mata-Bala.
O Batalhão de Cavalaria n.º 745 prestou
a melhor colaboração às operações
citadas, tendo fornecido, por vezes,
efectivos superiores aos que lhe eram
determinados, a fim de possibilitar a
obtenção de melhores resultados e
executou as missões que recebeu com sã
alegria de combate.
A sua vontade de proveitosa colaboração,
a sua própria confiança e a sua
combatividade demonstrada através das
missões que cumpriu nas referidas
operações, que se situaram em regiões
fortes do inimigo, missões que foram das
principais, por mais perigosas, são
índice de uma boa preparação e de um
excelente espírito militar que tornam o
Batalhão de Cavalaria n.º 745 uma
Unidade de elite, por valorosa, do que
apraz dar público louvor.
(in Revista da
Cavalaria o ano de 1966, página 174)
A fotografia foi
extraída da Revista da Cavalaria do
ano de 1967, página 35,
e que foi posteriormente processada
por inteligência artificial.