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Monumentos aos Combatentes, Memoriais e
Campas

Monumentos
aos Combatentes e Campas
Em
memória daqueles que tombaram em defesa
de
Portugal na Guerra do Ultramar
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cada um dos
sublinhados
Listagem dos mortos naturais do concelho
de
Horta

Matriz
Albano de Melo Faria

1.º Cabo Ajudante de
Enfermeiro, n.º 02167867
Companhia de Cavalaria 2302
Batalhão de Cavalaria
2830
«OS DRAGÕES»
Angola: 13Jan1968 a 31Mai1968 (data do
falecimento)
Louvor
Colectivo
Albano de Melo Faria,
1.º Cabo Ajudante de Enfermeiro, n.º
02167867, nascido no ano de 1947, na
freguesia da Matriz, concelho da Horta,
no
Arquipélago dos Açores,
filho de
António de Oliveira Macedo e de
*Zuraida
de Melo Faria, solteiro;
Mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 3
(RC3 – Estremoz) «DRAGÕES DE OLIVENÇA» -
«NA GUERRA CONDUTA
MAIS BRILHANTE» para
servir Portugal na Província Ultramarina
de Angola;
No dia 4 de Janeiro de 1968, na Gare
Marítima da Rocha do Conde de Óbidos, em
Lisboa, embarcou no NTT ‘Uíge’,
integrado num dos pelotões da Companhia
de Cavalaria 2302
(CCav2302) do Batalhão de Cavalaria 2830
(BCav2830) «OS CENTAUROS», rumo ao porto
de Luanda, onde desembarcou no dia 13 de
Janeiro de 1968;
A
sua subunidade de cavalaria, comandada
pelo Capitão de Cavalaria Augusto das
Neves Oliveira, manteve-se no Campo
Militar do Grafanil, em Luanda. Ficou
integrada no seu Batalhão como
subunidade de reserva e de apoio de
combate, fornecendo escoltas a colunas
logísticas e executando operações em
vários setores da zona de interceção
norte, nomeadamente
em Bom Jesus (Sector I) e
em Quicabo (Sector D).
Faleceu no dia 31 de Maio de 1968, no
Hospital Militar de Luanda, em
consequência de ferimentos em combate,
ocorrido em Larvas, na zona da fazenda
Luísa Maria;
Tinha 21 anos de idade;
Está inumado no cemitério setentrional
da Figueira da Foz.
Paz à sua Alma
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Louvor
Colectivo
BATALHÃO
DE CAVALARIA N.º 2830
(Ordem de
Serviço n.º 15. de 20 de Fevereiro de
1970, do Comando da Região Militar de
Angola)
Louvo o Batalhão de Cavalaria n.º 2830,
porque, constituindo reserva da Região
Militar de Angola, durante a sua
comissão nesta Região Militar, se
comportou com um espírito vincadamente
ofensivo nas operações em que tomou
parte, algumas de longa duração, e em
que as suas forças foram submetidas a
esforços extraordinários, vivendo
situações de muita incomodidade, mas que
esta Unidade encarou com grande espírito
de sacrifício e elevado sentido de
missão.
Bem mentalizado para actuar num sistema
de luta que é mister adoptar contra um
inimigo bastante fluido e de
intervenções inopinadas, este Batalhão
deu sempre provas de invulgar espírito
de corpo, agindo com notável dinamismo e
agressividade, identificando-se
perfeitamente com o terreno variado onde
actuou, e com as características
especiais de cada operação ou simples
acção.
O Batalhão de Cavalaria 2830
distinguiu-se, muito especialmente,
nalgumas importantes operações, e
naquelas em que deu apoio à Engenharia,
por virtude da correcta articulação e
emprego de forças, e, ainda, pela
compreensão e integração nas respectivas
missões, foi possível às tropas de
Engenharia cumprir, no tempo previsto, a
missão que lhe competia, em ritmo e
qualidade de trabalho. A sua intensa
actividade traduziu-se em resultados
muito significativos, e em toda ela
esteve patente o seu espírito de
disciplina, firme determinação e elevado
moral, tudo resultante duma bem
orientada preparação e de invulgar
dedicação e compreensão dos seus deveres
e responsabilidades, por parte dos
Oficiais e graduados que enquadraram a
Unidade.
Pelo que ficou referido, o Batalhão de
Cavalaria 2830 comportou-se, na Região
Militar de Angola, de forma a ter
merecido o especial apreço dos Comandos
aos quais esteve subordinado, merecendo
que a sua brilhante actuação seja
distinguida por esta forma e apontada a
todas as Unidades como exemplo.
(in Revista da
Cavalaria do ano de 1970, página 149)

A fotografia foi
extraída da Revista da Cavalaria do
ano de 1968, página 63,
e que foi posteriormente processada
por inteligência artificial.
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