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Monumentos aos Combatentes, Memoriais e
Campas
Monumentos
aos Combatentes e Campas
Em
memória daqueles que tombaram em defesa
de
Portugal na Guerra do Ultramar
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cada um dos
sublinhados
Listagem dos mortos naturais do concelho
de
Guimarães

Oleiros
Monumento de Homenagem aos Combatentes
Naturais da Freguesia de Oleiros
Inaugurado no dia 9 de
Setembro de 2018
Fonte:
Liga dos Combatentes
Realizou-se em Oleiros, concelho de
Guimarães, no passado dia 9 de Setembro,
uma significativa Homenagem aos
Combatentes naturais daquela localidade,
promovida pela autarquia local, com a
colaboração do Núcleo de Braga da Liga
dos Combatentes.
As cerimónias tiveram início com uma
celebração religiosa na Igreja de
Oleiros, com Missa de sufrágio pelos
combatentes falecidos, tendo sido
celebrante o Reverendíssimo Padre José
Matos. A homilia alusiva à efeméride
prendeu a atenção dos convidados e
associados presentes e tocou bem fundo o
carácter marcadamente elogioso para os
combatentes de todas as épocas, cuja
memória deve ser sempre recordada pelos
vindouros com admiração e saudade.
O cortejo até ao local da cerimónia
contou com um elevado número de
combatentes, familiares e outros,
entidades civis e militares, entre elas,
o Vereador da Câmara Municipal de
Guimarães, Arquitecto Fernando Seara de
Sá, em representação do Presidente, o
Presidente do Núcleo de Braga da Liga
dos Combatentes, Coronel de Cavalaria
João Paulo Amado Vareta, o Chefe da
Secção de Pessoal do Regimento de
Cavalaria Nº 6, Major de Cavalaria
Américo Pereira, em representação do
Comandante, o Presidente da União de
freguesias de Leitões, Oleiros e
Figueiredo, Sr. João Carlos Alves e
restantes elementos da Direção do
Núcleo.
Usou da palavra o Presidente da União de
Freguesias de Leitões, Oleiros e
Figueiredo, o Vereador da Câmara
Municipal de Guimarães e por último o
Presidente do Núcleo de Braga da Liga
dos Combatentes.
Todos os oradores realçaram que a
Inauguração do Monumento é um
reconhecimento justo e merecido a todos
os Combatentes que lutaram e tombaram em
Defesa da Pátria.
No final do discurso do Presidente da
União de Freguesias, o Secretário da
União de Freguesias, Sargento-Ajudante
reformado, Claudino Soares Campos (sócio
da Liga dos Combatentes) fez uma
descrição do modo como a Monumento foi
edificado e o seu simbolismo: assim, a
base elevada e quadrada podemos dizer,
os quatro cantos do mundo onde os
Portugueses rasgaram Mar e Terra; na
base quadrada direita a placa de
inauguração e idealização do Monumento
pala Artista Plástica/Mestre Quitéria
Soares; a coluna estilizada pode também,
ver o Homem Militar e a Mulher Mãe onde
na parte traseira da esfera, os ferros
emaranhados simbolizam o cabelo das Mães
e Esposas; na coluna da frente está
afixado o símbolo da Nobre e Honrosa,
Liga dos Combatentes e o Brasão de
Oleiros; na coluna da parte esquerda
temos um poema de Rosa Lobato Faria,
dedicado à Mãe e à Esposa que sofreu com
a partida dos filhos e maridos para a
Guerra, a esfera significa o Mundo por
onde os Portugueses partiram nos
descobrimentos; nas guerras e na
emigração e está concretizada nela uma
obra de ferro forjado onde são visíveis
as cinco quinas e as chagas de cristo da
Bandeira, símbolo da nossa Pátria.
Após a inauguração, procedeu-se à bênção
do Monumento, pelo Reverendíssimo Padre
José Matos.
As honras militares foram prestadas por
uma secção do Regimento de Cavalaria
Nº6, em Homenagem aos Combatentes mortos
em combate com a deposição de duas
coroas de flores junto do Monumento. Em
ambiente de respeito e de recolhimento,
o Reverendíssimo Padre José Matos
proferiu uma prece, na qual manifestou
um profundo reconhecimento aos
combatentes que devem ser recordados com
orgulho e saudade e, finalmente, depois
de um pequeno período de profundo
silêncio, o Toque de Alvorada.
Após a apresentação do
Hino da Liga dos Combatentes ouviram-se
manifestações de muito apreço pela forma
como decorreu a cerimónia, o que
constitui sempre um forte incentivo para
continuar a trabalhar cada vez mais
arduamente em prol dos Combatentes.


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