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HONRA E GLÓRIA |
Elementos cedidos por um
colaborador do portal UTW |

Mário
Licínio Velosa
Soldado
‘Comando’, n.º 61444569
20.ª
Companhia de Comandos
«A SORTE
PROTEGE OS AUDAZES»
Angola:
25 de
Abril de 1969 a 12 de Agosto de 1971
Cruz
de Guerra, colectiva, de 1.ª classe
Cruz de
Guerra, de 3.ª classe
Mário
Licínio Velosa, Soldado ‘Comando’, n.º
61444569.
Mobilizado
pela Região Militar de Angola para
servir Portugal naquela Província
Ultramarina.
No
dia 7 de Maio de 1969, iniciou no Centro
de Instrução de Comandos (CIC – Luanda),
o 15.º Curso de Comandos, o qual
terminou no dia 12 de Agosto de 1969,
tendo sido integrado na 20.ª Companhia
de Comandos (20ªCCmds) «A SORTE PROTEGE
OS AUDAZES»;

Louvado e agraciado com a Medalha da
Cruz de Guerra de 3.ª classe, por
despacho do Comandante-Chefe das Forças
Armadas de Angola, de 16 de Maio de
1972, publicado na Ordem de Serviço n.º
22, de 17 e Marçi de 1972, do Quartel
General da Região Militar de Angola e na
Ordem do Exército n.º 22 – 3.ª série, de
1972;
Agraciado com a Medalha da Cruz de
Guerra, colectiva, de 1.ª classe,
conforme Aviso (extracto) n.º 9095/2012,
publicado no Diário da República, n.º
128/2012, Série II, de 4 de Julho de
2012.
Cruz de
Guerra, de 3.ª classe
Soldado
Comando, n.º 61444569
MÁRIO LICÍNIO VELOSA
20.ªCCmds/CICmds - RMA
ANGOLA
3.ª
CLASSE
Transcrição do Despacho publicado
na Ordem do Exército n.º 22 – 3.ª série,
de 1972.
Agraciado com a Cruz de Guerra de 3.ª
classe, nos termos do artigo 20.º do
Regulamento da Medalha Militar,
promulgado pelo Decreto n.º 566/71, de
20 de Dezembro de 1971, por despacho do
Comandante-Chefe das Forças Armadas de
Angola, de 16 de Maio de 1972, o Soldado
n.º 61444569, Mário Licínio Velosa, da
20.ª Companhia de Comandos do Centro de
Instrução de Comandos – Região Militar
de Angola.
Transcrição do louvor que
originou a condecoração.
(Publicado na Ordem de Serviço n.º 22,
de 17 de Março de 1972, do Quartel
General da Região Militar de Angola)
Louvado o Soldado Comando n.º 61444569,
Mário Licínio Velosa, da 20.ª Companhia
de Comandos, porque, ao longo de dois
anos de comissão, como um dos primeiros
do seu Grupo, nos muitos e variados
contactos com o inimigo, sempre se
comportou com excepcional determinação e
a maior bravura.
Em determinada operação, quando
emboscava um trilho e viu caminhando
para si dois elementos inimigos armados,
com o maior destemor e desprezo pelo
risco, saltou-lhes em frente, a peito
descoberto e intimidou-os a que se
entregassem, não sendo por pouco
atingido pelos tiros da arma de um
deles, pelo que teve de abrir fogo,
atingindo o primeiro e capturando-lhe a
arma. Debaixo de fogo, revelou-se
combatente de excepção, dinâmico,
intrépido e generoso no esforço.
Foi citado numa outra operação em que,
progredindo ao longo de trilhos que se
sabia minados, sendo emboscado duas
vezes seguidas à queima-roupa por
intenso fogo inimigo, reagiu com a maior
valentia, carregando sobre as posições
adversárias com rara agressividade,
procurando o corpo a corpo.
Possuidor de tempos de reacção mínimos,
de extraordinário espírito de
observador, da maior bravura,
sangue-frio, coragem e rara
agressividade debaixo de fogo, em
situações de grave risco de vida, o
Soldado Comando Velosa bem merece ser
citado como brilhante combatente, que
frente ao inimigo, muito honrou o
Exército que serviu.
