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Moçambique

Companhia de Caçadores 2422/BII17: 27Ago1968 a 25Ago1970

 

Elementos cedidos por um colaborador do portal UTW

 

Companhia de Caçadores 2422

 

«ODERINT DUM METUANT - QUE ME DETESTEM, CONTANDO QUE ME TEMAM»

 

Moçambique:

27Ago1968 a 25Ago1970

 

A Companhia de Caçadores 2422 «ODERINT DUM METUANT - QUE ME DETESTEM, CONTANDO QUE ME TEMAM» foi mobilizada pelo Batalhão Independente de Infantaria 17 (BII17 - Angra do Heroísmo) para servir Portugal na Província Ultramarina de Moçambique, no período de 27 de Agosto de 1968 a 25 de Agosto de 1970.

 

Agraciados por feitos em campanha

 

HONRA E GLÓRIA

 

João Manuel da Costa Toste - Cruz de Guerra, de 4.ª classe

 

 

Cruz de Guerra, de 4.ª classe

Prémio Governador

Fonte:

5.º Volume, Tomo VI, da RHMCA / CECA / EME

Jornal do Exército, ed. 124, Abr1970

 

Soldado de Infantaria, n.° 09182568
JOÃO MANUEL DA COSTA TOSTE


CCac 2422 - BII 17
MOÇAMBIQUE

4.ª CLASSE


Transcrição do Despacho publicado na OE n.º 35 — 3.ª série, de 1970.


Agraciado com a Cruz de Guerra de 4.ª classe, nos termos do artigo 12.º do Regulamento da Medalha Militar, promulgado pelo Decreto n.º 35 667, de 28 de Maio de 1946, por despacho do Comandante-Chefe das Forças Armadas de Moçambique, de 07 de Julho de 1970, o Soldado n.º 09182568, João Manuel da Costa Toste, da Companhia de Caçadores n.º 2422 — Batalhão Independente de Infantaria n.º 17.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.
(Publicado na OS n.° 48, de 13 de Junho de 1970, do QG/RMM):


Que, por seu despacho de 28Mai70, louvou o Soldado n.º 09182568, João Manuel da Costa Toste, da CCac 2422 - BII 17, porque, quando de fortíssima emboscada sofrida pelo pessoal da sua Companhia e que, ao ser iniciada, atingiu seriamente a maior parte da força, apesar de gravemente ferido em ambas as pernas, arrastou-se da viatura em que seguia para a berma da picada, e, com decisão, coragem e serena energia, desencadeou grande potencial de fogo e incitou os camaradas que o rodeavam.


Contribuiu assim para que a reacção se desencadeasse de modo a causar o maior número de baixas ao inimigo, como se pôde observar pelos rastos de sangue, depois da emboscada.

 

Prémio Governador

 

Louvado porque quando a sua Companhia realizava escolta a uma coluna de viaturas, que foi emboscada por um grupo estimado em cerca de 40 elementos inimigos, fazendo uso de granadas de mão e armas automáticas, como apontador de metralhadora «Breda» montada na primeira viatura à frente da coluna, indiferente ao perigo que corria a sua vida, com serenidade manteve-se na sua posição fazendo fogo ajustado sobre o grupo inimigo, muito tendo contribuído para que fosse posto em debandada.


Revelou assim o 1.º cabo Lopes coragem, espirito de sacrifício, desprezo pelo perigo e serenidade debaixo de fogo, elevando bem alto os nomes da Arma e que pertence, do seu Batalhão e do Exército Português.

 


 

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