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João Carlos Mendonça Lourenço, Soldado de Cavalaria: Cruz de Guerra, de
4.ª classe
"Pouco se fala hoje
em dia nestas coisas mas é bom que para
preservação do nosso orgulho como Portugueses,
elas não se esqueçam"
Barata da Silva, Vice-Comodoro
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HONRA E GLÓRIA |
Fonte:
5.º Volume, Tomo IV, pág. 221, da RHMCA / CECA / EME
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João Carlos Mendonça Lourenço
Soldado de
Cavalaria, n.º 1425/65
Companhia de Cavalaria 1507
Batalhão de
Cavalaria 1879
«NA GUERRA, CONDUTA MAIS BRILHANTE»
Moçambique: 28Jan1966 > 27Fev1968
Cruz de Guerra de
4.ª
classe
2
Louvores Colectivos

João Carlos Mendonça
Lourenço,
Soldado de Cavalaria, n.º 1425/65.
Mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 3
(RC3 - Estremoz para servir Portugal na Província
Ultramarina de Moçambique integrado na Companhia de
Cavalaria 1507 do batalhão de Cavalaria 1879 «NA GUERRA,
CONDUTA MAIS BRILHANTE», no período de 31 de Janeiro de
1966 a 27 de Fevereiro de 1968.
Cruz de Guerra de
4.ª
classe
Soldado
de Cavalaria, n.º 1425/65
JOÃO CARLOS MENDONÇA LOURENÇO
CCav1507/BCav1879 - RC 3
MOÇAMBIQUE
4.ª CLASSE
Transcrição do Despacho publicado na
OE n.º 11 - 3.ª série de 1967.
Agraciado com a Cruz de Guerra de
4.ªclasse, nos termos do artigo 12.º do Regulamento da
Medalha Militar, promulgado pelo Decreto n.º 35 667, de
28 de Maio de 1946, por despacho do Comandante-Chefe das
Forças Armadas de Moçambique, de 7 de Março findo:
O Soldado n.º 1425/65, João Carlos Mendonça Lourenço, da
Companhia de Cavalaria n.º 1507 do Batalhão de Cavalaria
n.º 1879 - Regimento de Cavalaria n.º 3.
Transcrição do louvor que originou a condecoração.
(Publicado na Revista da Cavalaria de 1966):
Louvado o Soldado n.º 1425/65, João Carlos Mendonça
Lourenço, Companhia de Cavalaria n.º 1507 do Batalhão de
Cavalaria n.º 1879, do Regimento de Cavalaria n.º 3,
porque no dia 26 de Outubro de 1966, tendo o
estacionamento de Estremoz-a-Nova sido atacado cerca das
09H30 por um forte grupo inimigo actuando em três
frentes, com LGFog (Lança-Granadas Foguete), armas
pesadas, armas automáticas e granadas de mão ofensivas e
defensivas, correu voluntariamente sob fogo inimigo,
indo buscar uma bazooka que logo disparou sobre o
inimigo que fugiu desordenamente.
Este Soldado, fazendo fogo com uma arma que lhe não
estava distribuída e com a qual não tinha grande
prática, contribuiu poderosamente para pôr em fuga o
inimigo, revelando desembaraço, coragem e sangue frio
debaixo de fogo, pelo que deve ser apontado como exemplo
a seguir.
Louvor Colectivo – Batalhão de Cavalaria 1879 –
publicado na Ordem de Serviço n.º 38 de 30 de
Setembro de 1966 do Comando do Sector A e na Revista da
Cavalaria do ano de 1966, página 175;
Louvor Colectivo – Batalhão de Cavalaria 1879 –
publicado na Ordem de Serviço n.º
10
de 10 de Março de 1967 do Comando do Sector A e na
Revista da Cavalaria do ano de 1967, página 207
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