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Condecorações

Eduardo Magno Figueiredo, Alferes Mil.º de Cavalaria, comandante de pelotão da CCav624/BCav627

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

 

 

 

Eduardo-Magno-Figueiredo-350CG-3-Classe-350Eduardo Magno Figueiredo

 

Alferes Mil.º de Cavalaria

 

Comandante de pelotão da

 

Companhia de Cavalaria 624

 

Batalhão de Cavalaria 627

«AMANDO E PELEJANDO»

 

Angola: 25Jan1964 a 25Mar1966

 

Cruz de Guerra de 3.ª classe

 

Louvor Individual

 

Para visualização dos conteúdos clique nos sublinhados existentes no texto que se segue:

 

Eduardo Magno Figueiredo, Alferes Mil.º de Cavalaria;


RC3-2Mobilizado pelo Regimento de Cavalaria 3 (RC3 – Estremoz) «DRAGÕES DE OLIVENÇA» - «…NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE» para servir Portugal na Província Ultramarina de Angola;


CCav624-1No dia 16 de Janeiro de 1964, na Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos, Lisboa, embarcou no NTT «Vera Cruz», como comandante de pelotão da Companhia de Cavalaria 624 (CCav624) do Batalhão de Cavalaria 627 (BCav627) «AMANDO E PELEJANDO» - «…NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE», com destino a BCav627Luanda, onde desembarcou no dia 25 de Janeiro de 1964;


A sua subunidade de cavalaria, comandada pelo Capitão de Cavalaria Rui d’Orey Pereira Coutinho, após uma curta permanência em Luanda, deslocou-se para Forte República; em 1 de Julho de 1964, foi colocada em Beira Baixa; em 1 de Novembro de 1964 passou à situação de reserva de intervenção da Região Militar de Angola; em 26 de Junho de 1965, foi transferida para
CG-3-Classe-350Gabela, onde se manteve até final da comissão;


Louvado por feitos em combate no teatro de operações de Angola, publicado na Ordem de Serviço n.º 98, de 03 de Dezembro de 1965, do Quartel General da Região Militar de Angola, e na Revista da Cavalaria do ano de 1966, página 91;


Agraciado com a Medalha da Cruz de Guerra de 3.ª classe, pela Portaria de 8 de Março de 1966, publicado na Ordem do Exército n.º 8 – 2.ª série, de 15 de Abril de 1966;


No dia 25 de Março de 1966, embarcou no NTT «Niassa» de regresso à Metrópole, onde desembarcou no dia 5 de Abril de 1966.

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Cruz de Guerra de 3.ª classe

 

CG-3-Classe-700Alferes Miliciano de Cavalaria
EDUARDO MAGNO FIGUEIREDO
 

CCav624/BCav627 - RC3
ANGOLA


3.ª CLASSE


Transcrição da Portaria publicada na Ordem do Exército n.º 8 – 2.ª série, de 15 de Abril de 1966.


Por Portaria de 08 de Março de 1966:


Condecorado com a Cruz de Guerra de 3.ª classe, ao abrigo dos artigos 9.º e 10.º do Regulamento da Medalha Militar, de 28 de Maio 1946, por serviços prestados em acções de combate na Província de Angola, o Alferes Miliciano, Eduardo Magno Figueiredo, da Companhia de Cavalaria n.º 624 do Batalhão de Cavalaria n.º 627 - Regimento de Cavalaria n.º 3.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.


(Publicado na Ordem de Serviço n.º 98, de 03 de Dezembro de 1965, do Quartel General da Região Militar de Angola):


Louvado o Alferes Miliciano de Cavalaria, Eduardo Magno Figueiredo, da Companhia de Cavalaria n.º 624, porque, durante 17 meses de permanência da sua Companhia na zona de intervenção norte, se destacou pelo seu grande desembaraço, espírito de sacrifício, sangue-frio, coragem e serena energia, sempre demonstrados através de inúmeras operações em que tomou parte.


De salientar a sua actuação na operação "Mãos Dadas" onde o seu Grupo de Combate se comportou por tal forma frente ao intenso fogo inimigo, que causou a admiração de todos os militares do Batalhão que participaram na operação.


Num patrulhamento na picada de Canacassala, num dos muitos ataques inimigos, foi morto um furriel [Acácio Alípio Mateus] cujo corpo ficou na zona de morte. Imediatamente o Alferes Figueiredo, acompanhado de uma praça, recuperou o corpo do seu graduado, dando um belo exemplo de camaradagem, que deve existir entre todos os companheiros de armas, mesmo com risco da própria vida.


Além da sua extraordinária valentia, o Alferes Figueiredo tem sempre demonstrado o maior interesse na preparação dos seus homens para a guerra fazendo com que o seu Grupo de Combate tenha atingido um alto nível operacional contribuindo, assim, para prestígio do Exército e da Pátria.

 

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Notícia:

Partida do NTT «Vera Cruz», em 16 de Janeiro de 1964

 

 

 

 Eduardo-Magno-Figueiredo-920


 

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