Álvaro Pereira, Soldado de
Cavalaria, n.º 1686/62;
Mobilizado
pelo Regimento de Cavalaria 3 (RC3 –
Estremoz) «DRAGÕES DE OLIVENÇA» -
«…NA GUERRA CONDUTA MAIS BRILHANTE»
para servir Portugal na Província
Ultramarina da Guiné, adido à
Companhia de
Comando
e Serviços (CCS) do Batalhão de
Caçadores n.º 599 (BCac599);
Louvado por feitos em combate no
teatro de operações da Guiné,
publicado na Ordem de Serviço n.º
59, de 14 de Julho de 1964, do
Quartel-General do Comando
Territorial Independente da Guiné e
na Revista da Cavalaria do ano de
1967, página 97;
Agraciado com a Medalha da Cruz de
Guerra de 3.ª classe, pela Portaria
de 21 de Dezembro de 1966, publicado
na Ordem do Exército n.º 2 - 2
série, de 20 de Janeiro de 1967.
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Cruz de Guerra de 3.ª classe
Soldado
de Cavalaria, n.º 1686/62
ÁLVARO PEREIRA
CCS/BCac599 - RI15
GUINÉ
3.ª CLASSE
Transcrição da Portaria publicada na
Ordem do Exército n.º 2 - 2 série,
de 20 de Janeiro de 1967.
Por Portaria de 21 de Dezembro de
1966:
Manda o Governo da República
Portuguesa, pelo Ministro do
Exército, condecorar com a Cruz de
Guerra de 3.ª classe, ao abrigo dos
artigos 9.º e 10.º do Regulamento da
Medalha Militar, de 28 de Maio de
1946, por serviços prestados em
acções de combate na Província da
Guiné Portuguesa:
O Soldado n.º 1686/62, Álvaro
Pereira, da Companhia de Comando e
Serviços do Batalhão de Caçadores
n.º 599 - Regimento de Cavalaria n.º
3.
Transcrição do louvor que originou a
condecoração.
(Publicado na Ordem de Serviço n.º
59, de 14 de Julho de 1964, do
Quartel-General do Comando
Territorial Independente da Guiné):
Louvado o Soldado n.º 1686/62, do
Regimento de Cavalaria n.º 3, adido
à Companhia de Comando e Serviços do
Batalhão de Caçadores n.º 599,
Álvaro Pereira, porque durante a
operação "Bravo", que decorreu nos
dias 20, 21 e 22 do corrente, sempre
se mostrou elemento decidido,
corajoso e dotado de grande sangue
frio, caminhando sempre
voluntariamente na frente,
culminando a sua acção quando a
coluna foi emboscada pelo inimigo,
debaixo de fogo vivo e com grave
risco de vida.
Arrastou então para fora da posição
onde tinham ficado desprotegidos,
dois feridos, gravemente atingidos
por uma granada, mostrando-se
indiferente e calmo perante o perigo
a que se expunha, tanto mais que o
inimigo concentrou o seu fogo
naquele local, conseguindo com a sua
acção que os feridos fossem tratados
em lugar seguro e mais tarde
evacuados.
