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Condecorações

Américo Luís dos Santos Henriques, Alferes Atirador Mil.º Infantaria, da 4ªCCacI / CCac6 / CTIG

 

"Pouco se fala hoje em dia nestas coisas mas é bom que para preservação do nosso orgulho como Portugueses, elas não se esqueçam"

 

Barata da Silva, Vice-Comodoro

 

HONRA E GLÓRIA

 

 

CG-1-e-3-classe-350-1

Américo Luís dos Santos Henriques

 

Alferes MIl.º Atirador de Infantaria

 

Comandante de pelotão da

 

4.ª Companhia de Caçadores Indígena

(6.ª Companhia de Caçadores)

 

«ONÇAS NEGRAS»

 

«AUT VINCERE AUT MORI»

 

Comando Territorial Independente da Guiné

 

Cruz de Guerra, colectiva, de 1.ª classe

(Título póstumo)

 

Cruz de Guerra de 3.ª classe

(Título póstumo)

 

Américo Luís dos Santos Henriques, Alferes Mil.º Atirador de Infantaria, natural do lugar de BC8Valada, na freguesia de Seiça, concelho de Vila Nova de Ourém, filho de António Henriques e de Maria Ermelinda BC08-2dos Santos, solteiro;


Mobilizado, em rendição individual, pelo Batalhão de Caçadores 8 (BC8 – Elvas) «DISTINTOS VÓS SEREIS NA LUSA HISTÓRIA COM OS LOUROS QUE COLHESTE NA VITÓRIA» para servir Portugal na Província CTIG-280Ultramarina da Guiné, como comandante de pelotão da 4.ª Companhia de Caçadores Indígena (4ªCCacI) «AUT VINCERE AUT MORI», 4CCacI-Cdo Comando Territorial Independente da Guiné (CTIG) «CORAGEM E LEALDADE» - «A LEI DA VIDA ETERNA DILATANDO»;

 

4CCacI-GFaleceu no dia 21 de Fevereiro de 1967 em Bedanda, vítima de ferimentos em combate, ocorrido num acampamento inimigo, perto do rio G-CCA-0006-a-280Ungarimol, depois de passar a nascente do rio Laura;


CCac6-cracha-350Está inumado no cemitério da freguesia de Seiça, concelho de Vila Nova de Ourém.

 

Paz à sua Alma

 

Louvado, a título póstumo, por feitos em combate, pelo Comandante do Comando de Agrupamento 1975, por seu despacho de 21 de Março de 1967, publicado na Ordem de Serviço n.º 14, de 23 de Março de 1967, do Quartel General do Comando Territorial Independente da Guiné;

 

Em 1 de Abril de 1967, aquela subunidade de infantaria (4ªCCacI) passou a designar-se por Companhia de Caçadores 6 (CCac6) «ONÇAS NEGRAS» - «AUT VINCERE AUT MORI», do Comando Territorial Independente da Guiné (CTIG) «CORAGEM E LEALDADE» - «A LEI DA VIDA ETERNA DILATANDO»;


Agraciado, a título póstumo, com a Medalha da Cruz de Guerra de 3.ª classe, pela Portaria de 9 de Maio de 1967, publicado na Ordem do Exército n.º 11 – 2.ª série, de 1967;


Agraciado, a título póstumo, com a
Medalha da Cruz de Guerra, colectiva, de 1.ª classe, pelo Decreto n.º 48412. Publicado no Diário do Governo n.º 129/1968, Série I, de 30 de Maio de 1968.

 

Cruz de Guerra, de 3.ª classe

(Título póstumo)

 

 

 

Cruz-de-Guerra-de-3-classe-660Alferes Miliciano de Infantaria
AMÉRICO LUÍS DOS SANTOS HENRIQUES
 

4ªCCacI - CTIG
GUINÉ


3.ª CLASSE (Título póstumo)


Transcrição da Portaria publicada na Ordem do Exército n.º 11 – 2.ª série, de 1967.


Por Portaria de 09 de Maio de 1967:


Condecorado com a Cruz de Guerra de 3.ª classe, a título póstumo, ao abrigo dos artigos 9.º e 10.º do Regulamento da Medalha Militar, de 28 de Maio de 1946, por serviços prestados em acções de combate na Província da Guiné Portuguesa, o Alferes Miliciano, Américo Luís dos Santos Henriques, da 4.ª Companhia de Caçadores [Indígena], adstrito ao Batalhão de Caçadores n.º 1858 - Comando Territorial Independente da Guiné.


Transcrição do louvor que originou a condecoração.


(Publicado na Ordem de Serviço n.º 14, de 23 de Março de 1967, do Quartel General do Comando Territorial Independente da Guiné):


Que, por despacho de 21 do corrente e por proposta do Comandante do Comando de Agrupamento 1975, louvo, a título póstumo, o Alferes Miliciano, Américo Luís dos Santos Henriques, porque prestando serviço na 4.ª Companhia de Caçadores [Indígena] durante cerca de 11 meses, se revelou sempre um bom oficial e um óptimo auxiliar do Comando.


Tomando parte em várias operações em todas se revelou um bom comandante de Grupo de Combate, nomeadamente nas operações "Pertinência" e "Sobreiro", onde deu provas de coragem, decisão, serena energia debaixo de fogo e sangue frio.


Na Operação "Sobreiro", seguindo à testa da coluna e ao localizar o acampamento inimigo, lançou-se à frente dos seus homens ao assalto à posição, sem se preocupar com outra coisa que não fosse o cumprimento da missão, tendo recebido graves ferimentos dos quais veio a falecer pouco tempo depois, mas tendo com a sua acção galvanizado os seus homens e contribuído para pôr em fuga o inimigo.
 

 

CCac6-900


 

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