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Catarina Gomes

 

Catarina Gomes nasceu em Lisboa, em 1975.


É autora de dois livros sobre a Guerra Colonial.


Em Furriel não é Nome de Pai (Tinta-da-china, 2018) quebrou um tabu, contando a história dos filhos que os militares tiveram com mulheres africanas e que deixaram para trás.

 

Em Pai, Tiveste Medo? (Matéria-Prima, 2014) aborda a forma como a experiência do conflito chegou à geração dos portugueses filhos de ex-combatentes.


As duas obras foram incluídas no Plano Nacional de Leitura.


Foi co-argumentista do documentário (RTP2) Natália, a Diva Tragicómica, baseado num artigo que escreveu sobre uma mulher que viveu sob a ilusão de que era uma diva da ópera. Jornalista do Público durante quase 20 anos, as suas reportagens receberam alguns dos prémios mais importantes da área, como o Prémio Gazeta (multimédia).


Foi duas vezes finalista do Prémio de Jornalismo Gabriel García Márquez e recebeu o Prémio Internacional de Jornalismo Rei de Espanha.


Os seus trabalhos de jornalismo narrativo mais significativos encontram-se no site Vidas Particulares.


 

O livro:

 

«Furriel não é nome de Pai - Os filhos que os Militares Portugueses deixaram na Guerra Colonial»

 

 

título: “Furriel não é Nome de Pai” - Os filhos que os militares portugueses deixaram na Guerra Colonial
autor: Catarina Gomes

editor: Tinta da China
idioma: Português
dimensões: 138 x 208 x 16 mm
encadernação: capa mole
páginas: 224
ISBN: 9789896714369

 

 

Sinopse:

 

«Filhos do vento»: as crianças que os militares portugueses deixaram na Guerra Colonial


Chamavam «resto de tuga» a Fernando e ele não percebia porquê;

 

Adulai era acusado de tudo pelos irmãos e era sovado todos os dias pelo padrasto por ter nascido com a pele mais clara; e os gémeos

 

Celestina e Celestino guardam, aos 40 anos, uma fotografia desbotada de um jovem militar que não os quer conhecer, nem com o incentivo da «Exma. Mana» portuguesa.

 

Foi para ir atrás destas histórias que Catarina Gomes partiu para a Guiné-Bissau em 2013, levando na mala um dos maiores tabus entre os militares portugueses: os filhos da guerra, crianças que ficaram para trás depois da Guerra Colonial, e que chegaram ao mundo como filhas do «inimigo» e condenadas a não conhecer os pais.

 

Além do círculo masculino de silêncios que os mantém afastados, estes filhos africanos são também ignorados pelo Estado português, que nunca fez um esforço por conhecer a dimensão desta realidade ou por lhes garantir quaisquer direitos. Estão há anos em busca de uma identidade perdida, mas esta é a primeira vez que alguém conta a sua história.

«Os filhos nascidos da guerra sofrem com a falta de conhecimento em relação aos seus pais biológicos. Os governos, assim como as instituições nacionais e internacionais, são incentivados a pôr de pé medidas que garantam o seu direito à identidade e, tanto quanto possível, a conhecerem os seus pais.»


(Recomendação da organização internacional Chibow: Children Born of War)

 


 

 

 

 

 

 

 

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